Manancial
Quem o Senhor quer que eu ame hoje em seu nome?
Qual o real motivo de estarmos aqui? Vivemos em busca de sentido. Em nossa ignorância e por consequência da Queda, confundimos as coisas. Acreditamos que somos o que fazemos, e almejamos satisfação em nossas obras. O resultado? Estresse, cansaço, relações superficiais.
Se nos, contudo, atentarmos ao que nosso Mestre continua a nos dizer em seu Sermão do Monte, entenderemos nosso chamado de vida. Ao sermos comparados com sal e luz, o Senhor nos convida a impactar o mundo ao nosso redor.
O nosso chamado de vida é para simplesmente amar a Deus com tudo o que temos e amar os outros com o mesmo amor que Deus estendeu a nós por meio de Cristo. A maneira como vivemos esse amor impacta o mundo. Fazemos diferença quando amamos, e é assim que todos saberão que somos dele.
Em “O Deus Esquecido”, Francis Chan relata a história da missionária coreana Esther Ahn Kim, presa por se recusar a reverenciar os santuários de outros deuses instalados em seu país. Atrás das grades, cercada por paredes geladas e em péssimas condições de vida, ela fazia uma das orações mais bonitas que aprendi: “Quem o Senhor quer que eu ame hoje em seu nome?” Que essa seja a nossa oração também.
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