Manancial
A gratidão tem motivos
Gosto daquela antiga história da garotinha que entrou com seu pai no elevador do edifício onde morava. Ali já estava um vizinho, que lhe ofereceu um chiclete. Com a concordância no olhar do pai, ela recebeu o presente, sorridente. Foi então que seu pai, como qualquer pai normalmente faria, perguntou-lhe: E o que você diz ao moço, filha?. Ela, prontamente, levantou seu olhar em direção ao vizinho e disse: Tem mais?
Essa experiência lembra nossa frequente postura diante de Deus. Basta avaliar o modo como usamos nosso tempo de oração. Normalmente, quase a totalidade desses momentos é dedicada a nossos pedidos, súplicas, quando não às murmurações e queixas. Reservamos muito pouco tempo à gratidão.
Se formos honestos, concluiremos que deveríamos ser mais gratos. Refletir sobre a bondade de Deus manifesta para conosco naturalmente nos leva a nos sentirmos mais amados, confiantes e seguros. Essa disciplina – agradecermos com mais frequência – certamente nos fará mais felizes.
Quer percebamos quer não, influenciaremos aqueles que convivem conosco, a começar pelos nossos filhos.
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