Manancial
A gratidão cura a ansiedade
O povo havia avançado na conquistada terra, e Josué profere seu último discurso. Ele desafia a nação a firmar uma aliança com o Senhor. E qual seria a base da aliança? Aquilo que Deus já fizera por eles. Bastava a lembrança de que tudo o que eles hoje tinham era resultado do agir de Deus. A provisão, a direção, a proteção durante os anos no deserto; as vitórias na conquista da terra. Havia muito a recordar, celebrar e agradecer.
Pensando em nós, quanto bem nos faria uma lembrança mais constante da bondade de Deus! Josué e o povo se dispõem a fazer uma aliança com o Senhor não baseados na expectativa do que ele faria, mas em tudo quanto Deus já havia feito.
A fé, embora seja a certeza de coisas que ainda não se vêem, não é cega. Ela é cuidadosa e solidamente calcada nas experiências que já vivemos. Por isso, é possível avançar para o futuro sem medo, relembrando o que Deus já fez.
Se as ondas da vida se mostram agitadas no presente, basta contar as bênçãos ou admitir que elas não podem ser numeradas. Nossa insegurança e fragilidade, tão naturais diante das ondas, serão substituídas pela confiança em um Deus que já tem feito muito por nós.
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