Manancial
Adorando no deserto
Quando se trata dos desertos da vida, não estamos diante do se, mas do quando. Cedo ou tarde, nós nos veremos dentro de um. O próprio Senhor Jesus teve sua experiência no deserto (Lc 4.1-13). Já que se trata de algo inevitável, quero convidá-lo a não o desprezar e continuar adorando ao Senhor.
Os desertos são pedagógicos. A vida é uma professora às avessas. Na escola dos diplomas, primeiro nos são ensinadas as lições, e depois a prova é marcada. Na escola da vida, primeiro vem a prova – sem data marcada, — e depois aprendemos as lições. Nesse cenário, o deserto nos serve como um ambiente de formação de caráter e maturidade.
Agar enfrentou alguns desertos. No primeiro, ela recebe a ordem de voltar (Gn 16.9). No segundo, ela recebe a ordem de seguir (Gn.21.18). Visite os textos sagrados e note que em nenhum dos dois ela ficou. O primeiro foi de aprendizado, o segundo foi de transição. Em ambos, o convite do céu é que você não continue na sequidão. Com Jesus, você pode adorar enquanto passa pelo deserto.
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